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terça-feira, 25 de outubro de 2016

Hobbiton – Matamata, NZ

Caso a pessoa não pense em Senhor dos Anéis quando falam de Nova Zelândia, ou é porque não assistiu os filmes quantidade suficiente, ou porque não sabe que os filmes foram filmados no país. As locações das filmagens da trilogia Senhor dos Anéis e da sequência do Hobbit foram escolhidas por Peter Jackson, que é um kiwi (cidadão neozelandês) que você pode encontrar caminhando pelas ruas de Wellington capital do país.

Uma das atrações e motivo de aumento do turismo na Nova Zelândia é exatamente vinculada a indústria cinematográfica. É possível visitar além dos estúdios da Weta em Wellington, os pontos de filmagem. Um deles, Hobbiton. A pequena cidade dos Hobbits fica na cidade de Matamata, que tem poucos habitantes e antes do filme vivia apenas de suas fazendas e ovelhas.

Placa de Boas Vindas
Saindo de Auckland, para chegar a Matamata é necessária uma viagem via rodovia que dura cerca de duas horas sentido Sul, até a região de Waikato. Você pode alugar um carro, se for confiante de dirigir na mão inglesa, contratar uma das várias excursões que sai de Auckland ou pegar um ônibus na rodoviária. Nós fizemos via excursão estudantil, num dia que choveu bastante e num outro dia fomos via ônibus saindo da rodoviária.

Fica aqui um alerta, caso você escolha ir por conta própria, de carro ou ônibus, é necessário comprar antecipadamente seu ingresso no site de Hobbiton. Quando fomos de ônibus rodoviário, agendamos o ticket de entrada com direito a um ônibus temático que sai do iSite (um ponto de informações turísticas) de Matamata. E atenção aos horários! Assim como os ingleses, os neozelandeses são extremamente pontuais!

#partiu Aventura
Hobbiton fica bem no meio de uma fazenda de ovelhas. Entre colinas, a paisagem parece mais a proteção de tela do Windows do que algo que existe de verdade. A primeira parada é na lojinha, ponto de saída da visita guiada. Se posso dar uma dica aqui é deixe para comprar as coisas no final da visita e tome cuidado, muitas coisas são mais caras do que deveriam ser. Desta lojinha, o ônibus da visita guiada sai e você se vê ainda mais no meio da fazenda e aos poucos Hobbiton vai aparecendo.

O set que foi construído para os filmes do Senhor dos Anéis, foi todo desmontado após o término das filmagens. Mas quando eles foram construir novamente para as filmagens de O Hobbit tiveram inclusive apoio do governo para a reconstrução permanente da cidadezinha. Então muita coisa de lá é feito de pedra, cimento e madeira. São 37 buracos de hobbit de todas as escalas e formatos. Ir num dia ensolarado é muito melhor para ver tudo, mas não se preocupe, acostumados com o clima instável da Nova Zelândia, eles oferecem guarda-chuvas para o passeio se for necessário.

Você também pode usar o guarda-chuva para ajudar o lenhador, por exemplo.

Você é guiado pelos lugares onde Bilbo correu para sua aventura, onde Frodo encontra Gandalf quando ele chega na cidade e por onde os pequenos habitantes moram com suas funções de padeiro, marceneiro, ferreiro, entre outras profissões. É tudo tão incrível que fica difícil de descrever. O caminho é uma caminhada entre as colinas (subidas e descidas) que você mal percebe as duas horas (aproximadamente) de tour passar.


Hobbits Felizes =D

Todo detalhe muito bem cuidado

Casa do Bilbo

A casa do Bilbo é facilmente reconhecida pela marca na porta... Não não... É mais porque é uma das maiores portas e pelo aviso de “Entrada não Permitida” no portãozinho. Você também passa pela casa de porta amarela do Sam e pelos caminhos até a árvore da festa de aniversário do Bilbo (e do Frodo). A visita guiada também passa pela ponte e moinho por onde Gandalf passa com sua carroça e chega até o Green Dragon.


E o Green Dragon é perfeito, você ganha uma caneca de cidra ou cerveja de gengibre que são uma delícia. Pode sentar nas mesinhas ou nas poltronas perto da lareira. Pode comprar um pãozinho delicioso de queijo conhecido como scone. Ou como eu fiz, pedir a sopa do dia. Melhor sopa de tomate do universo!


Foto tremida do meu celular xD - Sopa de Tomate
Ao final do passeio, todos voltam a lojinha onde é possível comprar souvenirs, itens da Weta (nós compramos os mapas), e cartões postais (com selos!) para enviar aos seus amigos. É um passeio obrigatório a todos os fãs dos filmes, livros do Tolkien ou apenas se você quiser ver um lugar legal na Nova Zelândia.

Links importantes:

domingo, 24 de julho de 2016

O olhar do viajante

Cabe aqui dizer que existem vários tipos de viajantes, desde o mais afobado que quer ver tudo e muito rápido para caber no calendário, até aquele mais contemplativo que pára para olhar por vários minutos para um quadro na parede, por exemplo. Nenhum dos casos é um problema, vai tudo depender de ocasião e personalidade.

O que nos esquecemos é que no voltar da viagem que este olhar sobre as coisas pode ser mantido e voltamos novamente a rotina do trabalho e do dia a dia. 

Aí a sensação é de "que pena que aqueles dias passaram". É claro que temos nossas responsabilidades, além da moda do viver em alta performance e fazer tudo acontecer num curto intervalo de tempo. Mas é possível manter o seu olhar de viajante e tentar perceber o dia passar além de toda a rotina.

Dani, enquanto passeávamos em Joaquim Egídio, distrito de Campinas-SP
Percebe que às vezes passamos a semana tão na corrida que chegamos ao final de semana totalmente esgotados e sem vontade de fazer nada, simplesmente entregues ao Netflix e outros entretenimentos que não exigem o nosso esforço? Não me entenda mal, eu também adoro uma procrastinação, mas é mais uma questão de quantidade de tempo gasto o questionamento que faço agora.

É refletir sobre si e medir quanto tempo foi gasto procrastinando durante um dia de sol enquanto poderia ter levado o cachorro dar uma volta e ver a cara do dia (cuide bem da sua vitamina D). Ou mesmo, quanto tempo se ficou fechado no escritório sem nem dar uma volta por ai para perceber o mundo.

Utilizar o olhar do viajante é um treino. Quando a gente viaja tenta ver o que tem de legal na cidade para visitar, fazer, comer, observar e outros verbos legais, então porque não fazemos isso no dia a dia? Dia desses descobri que tem um centro nipo aqui na minha cidade que tem yakisoba do bom toda semana, por exemplo. Eu moro na "Cidade Orquídea" e nunca nem tive a idéia de ir até o orquidário (até agora). Cadê o meu olhar de viajante que me faz passear e conhecer o lugar?

Manter o olhar de viajante na nossa rotina não é fácil, pois é lutar contra um impulso comum de: "Opa, terminei o trabalho e agora mereço descanso". É tentar pensar: "Opa, terminei o meu trabalho e agora vou aproveitar o meu dia". É fazer uma escolha pensada, nem que essa escolha for de ficar em casa, tomar um vinho comendo queijo ou ver um filme. (o que também é muito bom)

Vamos deixar de ser zumbis da rotina?

Links:
- Cidade Orquídea: http://www.sumare.sp.gov.br/
- Vestido de Star Wars da Dani: http://www.todafrida.com.br/

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Chatsworth House

Um dos posts que comecei a escrever sobre viagens e um dos meus favoritos, está em meu blog pessoal. Refazendo uma leitura dele hoje decidi colocá-lo aqui, pois foi um dos lugares mais legais que visitei. Então sim, é um post repetitivo mas com história que eu não me canso de contar.

Para quem já leu alguns de meus posts sabe que sou fã de Jane Austen e isso me levou a ler várias coisas sobre o assunto e estudar parte da história da Inglaterra Vitoriana (pra saber que Jane Austen é do período Regencial LOL). Enfim, desde quando assisti Orgulho e Preconceito de 2005 quis conhecer vários lugares que serviram como set de filmagem.

Um dos principais locais é Chatsworth House que representou Pemberley (a casa de Mr. Darcy, para quem conhece a história).


Visão lateral da casa

Com a decisão de ir até lá, a passagem de trem deveria ser comprada, então, fomos até a estação St Pancras em Londres e compramos passagem para Chesterfield que são vendidas pela East Midlands Trains. A casa e o jardim abrem às 11 da manhã e o trem demora umas 2 horas para chegar, some aí mais uns 40 minutos de táxi até lá. Não se preocupe de chegar cedo, assim dá tempo de recuperar o fôlego que você perde ao chegar lá. Compramos a passagem de ida para às 7 da manhã e voltamos no trem que saía às 19h30 de lá. O interior é mais frio que Londres, vá agasalhado e leve a boa amiga capa de chuva. Também fique de olho no calendário do site, a casa fecha em alguns intervalos durante o ano e quando é utilizada como set de filmagem.

Fiz uma consulta no site da East Midlands Trains e as passagens de ida e volta custam por volta de 40 libras e o taxista cobrou 25 libras a corrida (que dividimos por 3). Pague o taxista pois o local é realmente longe. Ir de ônibus não compensa, vai demorar, os horários são espaçados entre um ônibus e outro e ele pára 5 kilometros longe. Deixe o fôlego pra andar bastante na casa e nos jardins. Combinamos com o mesmo motorista que nos buscasse às 6 horas da tarde, horário que o jardim encerra as atividades e como bom inglês, no horário combinado ele estava lá.

Quando chegamos na casa, compramos ingresso para a casa e os jardins, dá pra comprar separado para quem quiser. O ingresso completo foi 20 libras.

Deixamos as mochilas no porta volumes, elas não podem entrar na casa para não esbarrarmos nas coisas. A casa do Duque de Derbyshire é cheia de arte e objetos de decoração, vale o cuidado. Já na entrada o pescoço quebra e nos encontramos olhando para o teto igual a Keira Knightley. É aquele teto maravilhoso cheio de afrescos e eles se repetem nos demais cômodos da casa.

Visão do mezanino do salão de entrada
Essa é pra provar que eu estive lá, pois não ia acreditar depois rss
O caminho é demarcado, tem um ponto que dá pra se sentir perdido mesmo, mas a localização é dada pelas janelas, você olha e já vê o lado onde está. Fica louco para conhecer os jardins ao mesmo tempo que fica doido para que a casa não acabe nunca. A casa é cheia de história, é encantadora. Serviu de abrigo a um colégio de garotas de Gales durante a guerra, foi alvo de bombardeio e quase foi perdida quando passou de um herdeiro a outro.

Dormitório das meninas

Os cômodos são lindos, o escritório masculino todo forrado de madeira decorada, tapeçarias, louças, o quarto das moças que ficou para contar a história, a capela, os quartos ligados uns aos outros, as porcelanas, as pinturas, a biblioteca.

A biblioteca
Uma mistura de música de piano no ar, até que você encontra um senhorzinho ao piano tocando para um casal de velhinhos sentados descansando do passeio. Metros e metros de lindos papéis de parede. Uma longa mesa da sala de jantar, as enormes janelas, o barulho das crianças rindo no jardim lá fora. A belíssima escultura da moça com véu que mostra no filme. Tudo maravilhoso, uma viagem a imaginação, ao resgate das pessoas que moraram ali e seus quadros.


Um dos quadros que mais me chamou atenção foi o da Duquesa Georgiana. Aquela mesma do filme a Duquesa. Ela parecia um anjo neste quadro.



E por fim, saímos no anexo, a galeria enorme de esculturas e seus enormes leões que guardam a saída da casa e termina na lojinha, obviamente. A lojinha tem uma variedade de coisas produzidas na própria propriedade que é uma fazenda. Sabonetes de leite de cabra, tecidos. cremes e livros. Há também a estátua do Mr. Darcy do filme com um bilhete escrito "Please, do not kiss".


Na saída da lojinha tem uma pequena lanchonete, e espaço para lanche. Pegamos nossas mochilas pra seguir o passeio. É normal na Inglaterra você levar seu próprio lanche aos lugares e comer lá sentadinho em algum canto, não se preocupe, se você estiver em um jardim, ou em um banco de parque pode comer tranquilamente. Recolha o seu lixo, por favor. Estava frio e garoando no dia que fomos (Bem-vindos a Inglaterra), o Sol apareceu em alguns momentos, mas decidimos nos abrigar no restaurante e comer uma comida quentinha. A minha irmã tomou sopa de tomate, mas eu optei pelo salmão e legumes cozidos, E estava uma delícia!

Encontramos um rapaz da cozinha que nos ouviu falando português e veio nos cumprimentar, ele não era brasileiro, mas adorava música brasileira. Todas as pessoas que encontramos trabalhando lá eram muito amistosas e felizes. Nos sentíamos em casa. Descobrimos que as pessoas depois de se aposentarem passam a trabalhar em Chatsworth como voluntários.

Até terminarmos o almoço a garoa deu trégua e fomos passear pelo jardins e por suas fontes. O lugar estava repleto de famílias e crianças. Era primavera, final de maio, todos estavam felizes pelo sol que deu as caras.


O que nos impressionou no tratamento das crianças é como os pais dão liberdade e os ensinam sobre as coisas. Vimos um menino peralta subir numa pedra bem alta e o pai não o reprendeu, esperou ele perceber sozinho que era alto demais para pular. Eles tratam as crianças como seres inteligentes e eu acho que isso falta um pouco em nosso país.

As fontes são maravilhosas, a chuva nos pegou no meio do jardim mas não desanimamos e nem ninguém que estava por lá. Nos perdemos no labirinto, no meio das crianças e no meio das flores. E tudo termina na fonte do Imperador, um jato de água muito alto bem em frente a casa e seus belos cisnes.

Foi um dia maravilhoso, que deixou uma boa lembrança.

Espero ter ajudado alguém a chegar lá também e espero que quem queira ir, vá.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Para os Potterheads brasileiros: Visita ao Estúdio da Warner Bros. em Londres

A primeira vez que viajei ao exterior começou com uma brincadeira, uma amiga disse: "Hey, vamos para Inglaterra visitar tudo o que tem lá sobre Harry Potter!". Ou fui eu quem disse... não lembro. E a questão seguinte foi: "Por que não?".

Se você tá aí pensando: "Nha, Harry Potter é coisa de criança.". Bom provavelmente você nunca leu uma linha do livro. Desculpa se você lê Machado de Assis (que só pra deixar claro eu adoro!) desde os 5 anos de idade. A verdade é que Harry Potter foi um livro que fez uma geração inteira voltar a ler e só por isso merece algum mérito.

Então a primeira coisa a se pensar é visitar os Estúdios da Warner, onde tudo foi filmado, criado e ainda está lá em exposição. O lugar é gigante com várias atrações então prepara o coraçãozinho, a carteira e um dia todinho pra ficar lá, ok?


Prontas para uma partida de Xadrez

Como comprar o ingresso:
A começar, as visitas são agendadas, então compre seu ingresso no site mesmo. Eu comprei aqui do Brasil, imprimi tudo e levei. O site tá em inglês, mas não é difícil fazer isso. O endereço é: https://www.wbstudiotour.co.uk/. Nessa hora da compra, você pode comprar somente o ingresso, ou o ingresso com um Guia Impresso (Paperback Souvenir Guide - que é bem bacaninha - e depois eu sai comprando os Guias Impressos de vários lugares que fomos) e o Guia Digital (que é um iPhone com o Tom Felton guiando você pelos caminhos do lugar - em inglês). Nem preciso dizer que o ingresso sozinho é mais barato e o se você quiser dá pra comprar o Guia Impresso separadamente na lojinha.

Fique atento ao horário de agendamento, você está na Inglaterra, pontualidade é essencial.

Como chegar:

Há alguns jeitos de chegar a Hogwarts...


Vimos que tinham ônibus saindo do centro de Londres para ir até lá, mas eram mais caros do que simplesmente pegar o metrô. Então foi o que decidimos fazer, pegar o metrô e depois o trem até uma estação chamada Watford Junction.

Estando em Londres, vá para a estação Euston duas linhas do metrô chegam nessa estação, a Victoria (azul clara) e a Northen (preta). Na Euston, compre as passagens para Watford Junction. Ou seja, você vai sair do Tube e ir para o Overground. Lá tem máquinas onde você pode fazer essa compra de passagem e aceita cartão. O site da National Rail indica que hoje essa passagem custaria 10 libras.

Lembre-se do horário, calcule sair da estação de Euston uma hora antes do seu agendamento.

Dica: em Watford Junction venta muito e se tiver friozinho, meu amigo... então, em Londres, leve sempre "a blusinha", o protetor solar e a capa de chuva. 

Da Estação de Watford ao estúdo já começa a parte mais divertida. Tem um ônibus que parte da porta da estação ao estúdio, todo enfeitado, custa 2,5 libras. E você tem que apresentar o comprovante de compra do ingresso. Pague com dinheiro trocado ao motorista, ele é um cara bacana e prefere moedas. Ele irá te entregar um papelzinho de pagamento, GUARDE, é a garantia que você já pagou a volta a estação também.

O Estúdio: 
Aproveite bem tudo o que você vê, não tenha pressa e tire mesmo muitas fotos de tudo!

Primeiro, com o comprovante de compra, retire seu ingresso nas máquinas do lado de fora. Antes de entrar na fila de entrada do tour, se você comprou o ingresso com os guias, pegue no lugar indicado. Não indico guardar as mochilas, lá dentro tem local para sentar e almoçar e você pode levar todo frango com farofa que quiser para economizar na refeição (coisa que eu amo na Inglaterra, você pode levar seu frango com farofa a quase todo lugar). Além disso, tem lugares fechados e lugares com exposição ao clima então atenção ao tira casaco e coloca casaco. Leve garrafinha com água também. Guarde a mochila só se tiver coisas muito pesadas.

Vou resumir para não estragar a experiência de ninguém.

O tour começa com algumas surpresas, locações de cenário de ambientes fechados, objetos de cena e muita coisa que você irá reconhecer ao longo do caminho. Uma parte bem bacana de efeitos visuais e coisas de Comensais da Morte. Depois a área se abre e você vê as locações externas. Nesse lugar há mesas para o almoço e é onde vende também a cerveja amanteigada (que eu achei ruim rss).

O quadro na parede (a esquerda) é de Minerva McGonagall e esse era o jeitinho dela ficar de olho no salão comunal da Grifinória. Tudo pensado em detalhes.

Faz uns dias, houve uma atualização nesta área e agora é possível entrar na casa dos Dursley.
Mas a Petúnia não nos deixou entrar...
O passeio se estende a uma área de animatrônicos (onde eu fiquei apaixonada!), passa pelo Beco Diagonal e tem muitas e muitas coisas. Projetos arquitetônicos, maquetes grandes e pequenas (e lindas) e a saída na lojinha da perdição.

Planeje antes de comprar, ok?

Tem uma outra lojinha na Kings Cross, ao lado do carrinho que entra pela parede. E se deixou de comprar alguma coisa nessa lojinha da perdição pode ir a outra...rss

E pra voltar é o mesmo caminho.

sábado, 7 de maio de 2016

Borboletário - Flores que Voam

No segundo post sobre Campos do Jordão, resolvi falar sobre o borboletário. Foi uma das primeiras coisas que quis conhecer lá quando soube do lugar. Nos dias nublados porém não recomendo ir, as borboletas utilizam a luz do sol como "combustível" para o vôo e perde um pouco a graça do passeio.

Quando nós passamos por lá para visitar e o dia estava meio nublado, pagamos nosso ingresso (estudante paga meia) e ganhamos um outro para retornar já que as borboletas não voariam este dia. A experiência é andar por um criadouro de borboletas com elas voando ao redor, é bem lindo. Se você tiver nojinho, não se preocupe, as borboletas evitam as pessoas e não pousam na gente.

Você também recebe outras informações sobre as borboletas e o objetivo do borboletário. Também há um painel gigantesco, onde dá para tirar várias fotos maneiras, como se as borboletas fossem gigantes.

Não achei as fotos legais xD
O preço atual do site é 30 reais a inteira, com valor promocional de 25 reais (informação do site). O borboletário fica aberto de quarta a domingo, das 10 às 15 horas e fica a caminho do Parque Ecológico da cidade.

Para mais informações, acesse o site: http://www.floresquevoam.com.br/

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Museu Felícia Leirner

Como quem mora no Estado de São Paulo, eu sei que muita gente gosta de curtir um friozinho nas cidades serranas e muitas das pessoas no inverno vão para estas cidades. Campos do Jordão abriga inclusive um Festival de Inverno com pistas de Ski e Patinação.

Num desses invernos, tive a oportunidade de ir a Campos do Jordão, mas não é só uma cidade de bares, baladas, restaurantes e fondue. Campos do Jordão tem parques lindos e passeio de todos os gostos. Um dos lugares que eu mais gostei de visitar foi o Museu Felicia Leimer.

O museu na verdade é um parque a céu aberto, um imenso jardim com esculturas e o auditório Claudio Santoro. Pagamos para entrar com o carro, um valor irrisório, não sei como está agora e no site do museu não tem essas informações. Logo na entrada vimos uma colina com várias esculturas e saímos correndo para elas. A Dani ficou apaixonada por uma específica...

Lá do alto, a vista é maravilhosa e aí reparamos num percurso pelo lugar e o seguimos. O percurso não é muito acidentado e nem longo qualquer um pode fazê-lo. Inclusive é equipado para acessibilidade oferecendo uma experiência agradável a todos.

No site http://www.museufelicialeirner.org.br/ pode-se encontrar as informações sobre como chegar, horários de funcionamento e a programação das atrações e oficinas. É um bom lugar para passear, passar um bom tempo relaxando e tirar boas fotos. Além da grande quantidade de oxigênio disponível para os paulistas de fugiram da cidade ou mesmo de quem veio curtir o friozinho.

Vista de umas das partes altas do Museu
 Ao final do percurso descobrimos que começamos pelo lado errado da trilha, mas sabe... Tem coisas que não existe o errado e certo, existe o apenas ir. Foi um passeio muito agradável, tiramos muitas fotos e estávamos juntos, valeu a pena.